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3G: a Terceira Geração da Telefonia Móvel Deixar Comentário

m termos de convergência o celular é um dos maiores símbolos tecnológicos. Hoje, fazer ligações em celulares é tão habitual que nem mesmo nos damos conta de todo o processo que se dá numa chamada, o mesmo se dá quando vamos comprar um aparelho.

Celular 3G

Procuramos mais que o óbvio: primeiro somos atraídos pelo design, depois procuramos um “pixel” adequado para a câmara, o rádio, o mp3 player, os jogos e o resto.

Lembro do meu primeiro celular, enorme, pesado, com uma bateria fina, que nem mesmo se dava conta de um dia de carregado e, imaginem, com função vibracall; ao menos se podia enviar torpedos SMS por ele.

Hoje a realidade é outra. Os aparelhos fazem milhares de coisas, tiram fotos, armazenam arquivos, tocam músicas e vídeos, entre outros tantos recursos.

Uma das recentes novidades em telefonia celular é a tecnologia 3G. Nossas operadoras começam a explorar esse campo. Mas afinal, você sabe o que é 3G o que temos a ganhar com isso?

Bem, a sigla 3G representa a 3ª Geração de Celular. De início, podemos dizer que essas gerações têm impacto na capacidade de transmissão de dados e conexão com redes como, por exemplo, a internet. É que muitos se enganam quando não se atentam para o fato que, quando se fala em ligações via voz, não existe diferença significativa entre as tecnologias 2G e 3G.

A idéia se repercute, você já captou que 1G era em rede analógica, mas a sua previsão é “triste”, até 2009 não estará mais em uso. Com alguns avanços a 2G, ou melhor, os celulares de 2ª Geração vieram com redes digitais em velocidade de transmissão de dados a 14,4 Kbps, na sua evolução, os 2.5G, uma geração recente utiliza tecnologias intermediárias trazendo melhorias significativas em capacidade de transmissão de dados, chegando à velocidade de 144 Kbps:

* GSM
* CDMA
* TDMA

Voltando ao título, um celular 3G, a 3ª Geração, segue os avanços das redes digitais de alta velocidade, mas com melhorias na transmissão de dados em 2 Mbps entre os quais encontramos o CDMA, EVDO, WCDMA e EDGE.
No Brasil o mercado ainda é recente, mas já existem aparelhos móveis com essa tecnologia no mercado. As operadoras entenderam que a busca por um celular 3G é cada vez mais frequênte e que a inovação será o “proximo brinquedinho” do mercado. Oferecer um celular sobre essa tecnologia é sair à frente em vendas e audiência.
A arrancada começará para valer no dia 18 de dezembro, quando a Anatel irá realizar um leilão entre as operadoras que desejam oferecer esse serviço aos clientes. É justo: o leilão se faz necessário para que se haja controle das faixas de transmissão de dados.
É certo que a tecnologia 3G não se restringe apenas aos celulares convencionais. Ela equipa também modems para serem conectados em notebooks através das portas PCMCIA e USB.
Mas em um celular a Terceira Geração de aparelhos móveis atende à imensa maioria dos usuários no intuito de se adentrar no mundo web, vídeos e voz seguindo a expansiva conexão de dados por rede, cabo USB e Bluetooth, e, claro, ser um perfeito modem notebooks.
O fato de estar conectado à internet em alta velocidade denota grande vantagem e permite que os aparelhos celulares ofereçam uma vasta gama de serviços, tais como:
  • Vídeo de boa qualidade através streaming;
  • Downloads de arquivos;
  • Chamadas telefônicas usando imagem dos interlocutores;
  • Jogos online com multiplayer;
A velocidade é, sem dúvida alguma, a principal vantagem oferecida pela tecnologia 3G. Permite conexão em tempo integral com a internet, com leitura de emails e arquivos como se estivesse em sua casa, utilizando banda larga. Vídeo conferência é outra vantagem, ou seja, utilizar as câmeras dos celulares para conversar vendo a imagem de seus amigos.
A TV digital também estará presente em celulares com a tecnologia 3G, sendo possível assistir à programação dos canais abertos, e, dependendo de políticas tarifárias de operadoras, a TV a cabo também estará disponível como serviço de canais por assinatura para aparelhos móveis.
Falando em custo, o uso de recursos disponíveis da rede 3G sem dúvida, dará margem para cobrança de tarifas diferenciadas. As operadoras que permitem a conexão de internet de alta velocidade cobram, geralmente, por pacotes de volume mensal para tráfego de dados, e para os excedentes, tarifas adicionais. Ao seu tempo, os sites das operadoras trarão informações sobre os custos.
Apesar da tecnologia ser extremamente vantajosa, a sua indisponibilidade em diversas localidades será uma realidade por se tratar de uma modalidade nova da tecnologia, o que será uma “dor de cabeça” no começo; “embora esse problema já ser um freqüente mesmo na tecnologia atual”.
Outro “nó da garganta”, ou seja, no bolso, é o preço. Hoje a conexão banda larga usando 3G e bem mais elevado do que de uma conexão que faz uso da rede de cabos (seja telefônica ou de TV).

TELEFNE CELULAR





Motorola DynaTAC 8000X AMPS. Um telefone celular de 1983.

Telefone celular, ou simplesmente "celular" (plural celulares), é a designação utilizada no Brasil. Este termo deriva da topologia de uma rede de telefonia móvel: cada célula é o raio de acção de cada uma das estações base (antenas de emissão/recepção) do sistema, e o fato de elas estarem contíguas faz com que a representação da rede se assemelhe a uma colmeia.

Em Portugal, estes equipamentos são designados por "telemóvel" (plural telemóveis), uma simplificação de "telefone móvel". Este termo apareceu quando o sistema de telefonia móvel apareceu em Portugal em finais dos anos 1980 pela mão dos CTT/TLP (operador único de telecomunicações, na altura), que baptizaram este serviço (assente na tecnologia analógica AMPS) de "Serviço Telemóvel". O termo ganhou popularidade quando a segunda geração apareceu em Portugal em 1992: isto porque os CTT/TLP decidiram autonomizar os serviços de telefonia móvel criando a TMN - Telecomunicações Móveis Nacionais S.A., que iria utilizar e o termo "telemóvel" para designar os equipamentos e não o serviço.

No Brasi

O primeiro celular lançado no Brasil foi pela TELERJ, na cidade do Rio de Janeiro em 1990, seguida da cidade de Salvador.[1]

Segundo a União Internacional das Telecomunicações, o Brasil é sexto maior mercado do mundo em telefonia celular e atualmente, são 175 milhões de aparelhos em uso no Brasil [2]

Veja na tabela abaixo o número de adesões de 2000 a 2009:
Ano De janeiro a fevereiro De janeiro a dezembro
2000 1.038.143 8.155.473
2001 804.764 5.557.598
2002 476.546 6.135.195
2003 767.977 11.492.302
2004 1.492.327 19.232.311
2005 1.807.453 20.604.759
2006 1.854.982 13.708.285
2007 1.268.088 21.061.482
2008 3.142.376 29.661.300
2009 1.723.583 -
[editar] Em Portugal

Em Portugal, a taxa de penetração dos telemóveis já ultrapassou os 100%, ou seja, existem mais equipamentos que habitantes portugueses. Devido a estes números, os operadores tentam fidelizar os seus clientes através de novos serviços, sobretudo de comunicação de dados, com destaque para o acesso móvel à Internet através de tecnologias de terceira geração (ex: UMTS, HSDPA).
[editar] Utilidade

O celular/telemóvel que quando lançado ainda na tecnologia analógica era somente usado para falar, já é usado para enviar SMS, tirar fotos, filmar, despertar, gravar lembretes, jogar e ouvir músicas, mas não para por aí, nos últimos anos, principalmente no Japão e na Europa, tem ganhado recursos surpreendente até então não disponível para aparelhos portáteis, como GPS, videoconferências e instalação de programas variados, que vão desde ler e-book a usar remotamente um computador qualquer, quando devidamente configurado.

Novos Modelos
Modelo Siemens S65 com câmera.

[1]|Exemplo de um Smartphone|thumb|150px]] Os celulares/telemóveis agregaram, ao redor do tempo, muitos recursos, tais como câmera, rádio FM e leitor MP3.[3] Alguns telefones, inclusive, têm um computador de mão Palm ou PocketPC integrado - são os chamados smartphones (do inglês "smart", inteligente, "phone", telefone).

Sua principal característica é a possibilidade de instalar programas que utilizam os recursos disponíveis no aparelho. Alguns exemplos são dicionários, tradutores, jogos e clientes de e-mail. Os sistemas operativos mais utilizados são o Symbian e o Windows Mobile, tendo o Linux crescido também de forma exponencial.

Com as novas tecnologias de terceira geração (3G), que oferecem dados em alta velocidade, é possível realizar chamadas de vídeo-conferência em tempo real, com a ajuda de novos equipamentos com câmera frontal, próxima ao visor.

A maioria dos novos modelos possui alguma forma de conexão com outros telefones - IrDA (infravermelho) ou Bluetooth. Essas tecnologias servem, principalmente, para envio de dados entre telefones.

Nos dias de hoje o celular já não é mais um simples telefone de bolso. Câmeras que possuem 12.1Mpx já foram lançados na Europa, no Brasil encontramos de até 8.1Mpx, resoluções maiores que muitas câmeras digitais. A internet já pode ser acessa via Wi-Fi e banda larga 3G e 4G no Japão. Jogos com gráficos que se comparam ao videogame PSP com qualidade 3D. Telas que, em 2003, tinham 4 mil cores, agora possuem mais de 16 milhões. As polegadas também cresceram. Hoje os celulares tem telas com até 4 polegadas sensíveis ao toque. Em poucos anos o celular será a nossa "Central de Entretenimento".

Clonagem

A clonagem de celulares é um problema que aflige muitos dos usuários da telefonia móvel. Acontece quando um criminoso usa uma linha de um cliente de alguma operadora para fazer ou receber ligações. Além de perder sua privacidade, o usuário recebe uma conta telefônica bem mais alta do que o devido, devido ao uso clonado de seu número em algum outro aparelho. Também passa a receber ligações de pessoas estranhas. A clonagem é usada no Brasil por quadrilhas de crime organizado para se comunicar, burlando a vigilância da polícia.

Estão vulneráveis à clonagem os telefones que entram em áreas onde o sinal é analógico, e por isso, os telefones de operadoras GSM, tais como a TIM, a Oi ou os novos aparelhos da Claro e mais recentemente Vivo são considerados mais seguros. Estão expostos à clonagem os celulares CDMA, como os da Vivo, que operam em sistema analógico em boa parte do país. Também estão vulneráveis os aparelhos TDMA, da antiga BCP, que foi incorporada pela Claro.

Quem tem aparelhos CDMA ou TDMA pode reduzir os riscos da clonagem evitando ligar o telefone nas proximidades de aeroportos ou em locais em que o sinal para o seu aparelho não é digital. Também é possível configurar alguns modelos CDMA para usarem somente o sistema digital.

Com um scanner de freqüência ou um receptor de rádio de alta freqüência, o criminoso consegue identificar o número da linha e o número de série do aparelho, usando-os no clone. Os aeroportos são lugares visados para este tipo de atuação por criminosos por serem locais de grande movimentação de executivos. Nestas zonas as quadrilhas instalam suas vans com antenas clandestinas para captar os códigos emitidos pelos celulares dos viajantes. Um técnico em celulares inescrupuloso ou qualquer pessoa com conhecimentos de programação de celulares também tem acesso a esses números ao manipular o aparelho.

Saúde

Atualmente não há nenhum estudo que apresente provas concretas que indiquem que os telemóveis acarretam riscos para a saúde. Os aparelhos celulares, assim como outros dispositivos eletrônicos como rádio, televisão, alguns controles remotos, redes sem fio de computadores, etc utilizam ondas eletromagnéticas de rádio frequência (RF) para comunicação. Essas ondas eletromagnéticas são consideradas como radiações não ionizantes, ou seja, consideradas seguras nas potências utilizadas nos dispositivos celulares cujo funcionamente atende às recomendações da International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection (ICNIRP) provisoriamente adotadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS)[4]. Diversos estudos têm sido conduzidos para se determinar possíveis riscos de longo prazo à saúde humana pelo uso aparelhos celulares: a Organização Mundial da Saúde divulgou resultados preliminares de um estudo que sugere que o uso de aparelhos celulares pode estar relacionado a uma predisposição maior a diversos tipos de cânceres[5][6]; em contrapartida um estudo realizado com base nos dados colhidos nos últimos 30 anos abrangendo praticamente todos os habitantes da Escandinávia descarta a ligação de cânceres cerebrais ao uso de celulares[7]. A parte da divergência entre os estudos sobre os riscos à saúde do uso de celulares muitos especialistas e entidades de saúde oficiais têm recomendado a utilização limitada destes dispositivos assim como ao recurso do sistema de mãos-livres. Existe, contudo, um grande consenso sobre os riscos de acidentes provocados pelo uso de celulares: o uso desses dispositivos ao se dirigir um veículo automotor ou mesmo ao se caminhar aumentam significativamente o risco de acidentes através da distração provocada ao se conversar através do celular[8][9].


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